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Assessoria de Imprensa

Dando continuidade ao ciclo de palestras sobre a temática “Resíduos Sólidos da Construção Civil (RCC): da geração à destinação final”, a Escola de Gestão e Contas (EGC) do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) promoveu, na última sexta-feira (08/10), o segundo encontro, que abordou a “Utilização de Agregados de RCC nos Serviços e Obras Públicas na Cidade de São Paulo”.

 

 

O debate, transmitido em ambiente virtual por meio das redes sociais da EGC, foi mediado pelo engenheiro civil e assessor-instrutor na Escola Superior de Gestão e Contas Públicas do TCMSP, Amândio Martins, e teve como palestrante o engenheiro agrônomo, especialista em tecnologias ambientais, membro do Comitê Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia e do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CADES), e Coordenador de Meio Ambiente na Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) em Licenciamento Ambiental e Sustentabilidade, Douglas de Paula D’Amaro.

 

O encontro contou também com o apoio do engenheiro ambiental e urbano pela Universidade Federal do ABC, com especialização em Engenharia de Segurança Urbana no trabalho de educação continuada na Universidade Politécnica de São Paulo, Tazio Guilherme Leme Cavalheiro Viadana.

 

D’Amaro iniciou sua exposição apresentando a SIURB. De acordo com ele, é a pasta municipal a responsável pela implantação e reforma de equipamentos e obras públicas de infraestrutura urbana. Segundo o palestrante, “uma coisa bastante expressiva que a gente faz na secretaria são as obras de drenagem. São Paulo é ricamente irrigada por rios, é um sistema de drenagem muito rico e com urbanização. A gente sofre bastante com os alagamentos, as enchentes. Então, é um desafio pensar no planejamento urbano, ter a ocupação da cidade e resolver a questão da água quando chega através de uma chuva forte. Por isso a importância dos ‘piscinões’, os reservatórios de água de cheias”.

 

Os Edifícios Públicos Municipais, como hospitais, escolas, creches, entre outros, são construídos ou reformados pela SIURB. Como cada um pertence a uma secretaria, são elas quem os acionam, para que seja feito um hospital, por exemplo, caso o chamado seja feito pela Secretaria da Saúde. De acordo com Douglas, “somos uma ‘secretaria meio’, somos demandados pelas demais secretarias. Porém, somos o corpo técnico dessas edificações. Nós que discutimos as questões de sustentabilidade dessas edificações”, afirmou.

 

Falando sobre viadutos, pontes e túneis, D’Amaro alertou: “infelizmente, é uma prática recente e comum de não se passar por manutenções. O Brasil tem pouca vontade de fazer a manutenção das pontes e viadutos”. E pontuou que o assunto entrou no foco das ações da SIURB com a implantação de procedimentos de vistorias periódicas, por meio de equipamentos e tecnologias que monitorem a saúde dessas construções.

 

Algumas “ações ambientais” já foram adotadas pela SIURB, segundo Douglas. Ações como:

  • Aquecimento de água com aproveitamento de energia solar;
  • Reaproveitamento de águas pluviais;
  • Dispositivos hidráulicos com sistemas econômicos;
  • Diagnósticos Energéticos nos Próprios Municipais; e Utilização de madeira certificada.

 

O engenheiro Tazio Viadana apresentou um case interessantíssimo sobre o edifício São Vito e edifício Mercúrio, mais conhecido como: Treme-Treme. Segundo Tazio, “ambos tinham padrões arquitetônicos modernistas e tinham uma característica multifuncional. Então, havia 12 conjuntos comerciais e outros 27 andares, com 24 quitinetes de 28 m² em cada andar. E foi visto como uma alternativa de moradia popular, pois o valor era reduzido”.

 

Tazio explicou mais sobre a história do edifício e contou como foi o processo para a sua demolição.

 

Após a palestra, mediador e palestrantes responderam às perguntas formuladas pelas pessoas que acompanharam o evento em tempo real.

 

A próxima palestra com o tema: “Cases: Experiências no Combate ao Descarte Irregular na Cidade de Belo Horizonte e sua Aplicação em Serviços e Obras de Engenharia” acontece no próximo dia 22 de Outubro, das 10h às 12h, e pode ser assistidas pelo YOUTUBE e FACEBOOK da EGC.

 

Todas as palestras do ciclo estarão disponíveis nos canais oficiais da EGC-TCMSP.

 

 

 

Palestrante convidado do evento

 

O professor da EGC realizou a mediação do evento

 

 

O evento foi transmitido pelas redes sociais da EGC


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