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Novas maneiras de movimentar a economia surgem da constante evolução de empresas, consumidores e mercados. Ideias inovadoras, que rompem completamente com o modelo de prestação de serviços vigente, fazem parte da chamada Economia Disruptiva.

 

Empresas como a Uber, maior prestadora de serviços de transporte via aplicativo, o Spotify, plataforma que disponibiliza músicas, e o banco digital Nubank são exemplos dos novos tempos. Para inserir a Universidade Corporativa como alternativa educacional dentro dessa nova dinâmica, a Escola do Tribunal de Contas do Município de São Paulo promove a palestra Universidade corporativa como estratégia de capacitação, dia 16 de maio, das 9h às 12h. 

Na esteira das novas tecnologias, organizações criaram suas Universidades Corporativas para capacitar seus colaboradores nas competências essenciais para o negócio. Instaladas física ou virtualmente nas próprias organizações, supriam, de forma barata e acessível a um público amplo, a demanda específica que as universidades tradicionais não podiam atender.


Com dezenas de livros publicados na área de gestão pública, o Professor Doutor Antônio de Loureiro Gil, Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Professor de Doutorado da Universidade de São Paulo (USP), irá discorrer sobre a importância desses centros de ensino como ferramenta de capacitação e na pesquisa e desenvolvimento de conteúdos diante dos novos problemas organizacionais.


“De forma análoga ao que a internet realiza na sociedade por meio das redes sociais, a disrupção educacional, via Universidade Corporativa, é uma ferramenta de descentralização do aprendizado. Rompe as amarras do ensino superior brasileiro preso aos vícios das instituições de ensino superior submetidas ao ditame governamental”, explica o orientador.


De acordo com Gil, a Universidade Corporativa terá protagonismo na Economia Disruptiva no tocante à empregabilidade e utilidade do profissional do serviço público ou da iniciativa privada. “A mudança na estruturação do currículo é fatal. Diplomas e títulos universitários terão menor importância para a contratação do profissional. As organizações estão querendo cada vez mais saber sobre o nível de atualização e a capacidade dos candidatos em aceitar mudanças durante o processo. O diferencial competitivo tecnológico será vital”, avalia.


Na dinâmica da Economia Disruptiva, em que o capital intelectual é fator de diferenciação das empresas no mercado, o especialista avalia que “a Universidade Corporativa que melhor desempenhar seu papel de agente de mudança instrucional terá o reconhecimento de seu segmento de negócio e da sociedade da qual faz parte”.


Serviço: Palestra Universidade corporativa como estratégia de capacitação. Dia 16/05, das 9h às 12h. Auditório da Escola de Contas do TCMSP. Av. Professor Ascendino Reis, 1130 – Vila Clementino. Inscrições gratuitas clique aqui


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